sexta-feira, 1 de julho de 2011

Umbanda sem Vaidade, Ambição, Sexo ou outros erros cometidos pelos Médiuns


Umbanda sem Vaidade, Ambição, Sexo ou outros erros cometidos pelos Médiuns


Queridos irmãos, estou longe de querer ser dona da verdade, ou mesmo ser uma Juiza no meio Umbandista, mas este é um assunto muito sério, não só esta presente em nossa Umbanda, mas em todos locais sagrados ou religiosos, em que os sacerdotes ou obreiros cada dia mais estão envolvidos com problemas relacionados a Vaidade, Ambição e Sexo, infelizmente estamos deparados com nossa realidade, e podemos com certeza seguir os passos dado pelo Papa da Igreja católica, ao qual efetuou um pronunciamento pedindo perdão a todos pelas práticas erradas de seus sacerdotes, como nós não temos um sacerdote mor neste nível hierárquico, devemos sim como pequenas formiguinhas que somos pedir perdão por nossos irmãos que agem de forma contrária a nossa doutrina.


Segue um texto sobre esse assunto relacionado ao Médium Umbandista.
Os médiuns na Umbanda e em outras correntes, também, costumam cair ou baquear por três coisas:
a) Excesso de vaidade
b) Ambição pelo dinheiro fácil facultado pelo mau uso da mediunidade
c) Sexo, ou seja, ligações amorosas com pessoas do terreiro
Temos observado, verificado mesmo, que muitos médiuns dentro do 1º e 2º caso, costumam voltar à linha justa, depois de convenientemente disciplinados pelos seus protetores. Para uns, apenas alguns trancos duros os consertam; para outros, faz-se necessário severos castigos etc, para se reintegrarem e finalmente receberem o perdão, visto terem deixado de lado tanta vaidade oca e prejudicial e tanta ambição pelo dinheiro fácil, “do santo”…
Porém, no 3º caso, o perdão – salvo condições excepcionalíssimas – é difícil, é raro… Quando, por via das condições excepcionais em que conateceu o erro, alguns têm sido perdoados de consequências maiores, mas uma coisa é certa: – geralmente são abandonados pelos seus protetores, isto é “o caboclo, o preto-velho” não volta ao exercício mediúnico com eles – os médiuns que decaíram pelo sensualismo, pelo desrespeito às coisas espirituais de seus Terreiros ou de seus “congás” e, portanto, sagradas…
Não adianta a esses tais “médiuns-decaídos” quererem empurrar teimosamente, nos outros, “o seu caboclo , o seu preto-velho”… Uma mancha negra persegue-os, não se apaga, ninguém se esquece do caso e, no fundo, ninguém acredita neles e mesmo os de muita boa vontade, acabam sempre duvidando de suas “mediunidades, de seus protetores etc”…
Sabemos que a maior regra, a maior força que existe para um médium segurar por toda sua vida terrena a proteção de suas entidades afins, é a sua conduta reta em todos os setores, é a sua MORAL, especialmente no seio familiar…
Allan Kardec – Livro dos Médiuns, fala sobre isso também, de outra forma.
Vejamos:
2ª Estará no esgotamento do fluido a causa da perda da mediunidade?
“Seja qual for a faculdade que o médium possua, ele nada pode sem o concurso simpático dos Espíritos. Quando nada mais obtém, nem sempre é porque lhe falta a faculdade; isso não raro se dá, porque os Espíritos não mais querem, ou podem servir-se dele.”
3ª Que é o que pode causar o abandono de um médium, por parte dos Espíritos?
“O que mais influi para que assim procedam os bons Espíritos é o uso que o médium faz da sua faculdade. Podemos abandoná-lo, quando dela se serve para coisas frívolas, ou com propósitos ambiciosos; quando se nega a transmitir as nossas palavras, ou os fatos por nós produzidos, aos encarnados que para ele apelam, ou que têm necessidade de ver para se convencerem. Este dom de Deus não é concedido ao médium para seu deleite e, ainda menos, para satisfação de suas ambições, mas para o fim da sua melhora espiritual e para dar a conhecer aos homens a verdade. Se o Espírito verifica que o médium já não corresponde às suas vistas e já não aproveita das instruções nem dos conselhos que lhe dá, afasta-se, em busca de um protegido mais digno.”
8ª A suspensão da faculdade não implica o afastamento dos Espíritos que habitualmente se comunicam?
“De modo algum. O médium se encontra então na situação de uma pessoa que perdesse temporariamente a vista, a qual, por isso, não deixaria de estar rodeada de seus amigos, embora impossibilitada de os ver. Pode, portanto, o médium e até mesmo deve continuar a comunicar-se pelo pensamento com seus Espíritos familiares e persuadir-se de que é ouvido. Se é certo que a falta da mediunidade pode privá-lo das comunicações ostensivas com certos Espíritos, também certo é que não o pode privar das comunicações morais.”
10ª Por que sinal se pode reconhecer a censura nesta interrupção?
“Interrogue o médium a sua consciência e inquira de si mesmo qual o uso que tem feito da sua faculdade, qual o bem que dela tem resultado para os outros, que proveito há tirado dos conselhos que se lhe têm dado e terá a resposta.”
Espero ter esclarecido um pouco mais  sobre a nossa querida  Religião chamada Umbanda ..



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segunda-feira, 27 de junho de 2011

CARTA DE UM UMBANDISTA A SUA FILHA


Minha Amada Filha

Quando você parar de me contar - como ainda você faz - as suas brincadeiras e as suas coisas pessoais; quando você não tiver mais medo da "escuridão" e decidir abrir, finalmente, as páginas desses livros desconhecidos que hoje você somente olha, talvez mal ajeitados na estante do meu escritório e que conservo com muito carinho; quando for adulto, aproxime-se desses senhores que hoje você acha misteriosos e que, se bem não te desagradam, te merecem tão somente certa indiferença.

Procura essas pessoas que freqüentemente me ligam ou me visitam e com quem comparto algumas horas, a cada semana, nesses dias que você me vê chegar mais tarde em casa. Sim, procura esses homens que a sociedade identifica como "Umbandistas" e que eu chamo, orgulhosamente de "Meus Irmãos".

Tantas vezes você os viu e ouviu que, provavelmente, já conheça todos eles.

A grande maioria é jovem; alguns, homens maduros; e outros, com as suas testas coroadas por cabelos grisalhos, do mesmo jeito que algumas montanhas mostram seus cumes cobertos pelo branco da neve. Mas todos eles me permitiram beber da fonte da sabedoria.

Todos, por igual, abriram seus peitos como se abre uma cesta para receber as confidências, a alegria, os infortúnios e decepções, os projetos e as ilusões do melhor amigo.

Sim, procura essas pessoas, sem importar o longo caminho a ser percorrido nem quantos os obstáculos que devam ser vencidos.

Decidida a procurá-los, o Ser Supremo vai mostrar-te o caminho.

E quando souber o que é que eles fazem, como pensam e o que pretendem (desde que o teu espírito esteja satisfeito e achadas todas as tuas respostas) junte-se a eles e siga-os.

Mas se mesmo depois de analisar os seus princípios as tuas dúvidas continuarem sem resposta então, Filha minha, saia do caminho com a decência de uma mulher bem nascida.

Se eu ainda for vivo, baterei palmas à tua decisão, qualquer que tenha sido. A aceitarei pois você terá estudado antes de definir e porque conseguiu analisar a tua escolha, ou seja, terá decidido por você mesma após ter raciocinado.

E caso eu tiver passado para os Jardins d'Aruanda, vou pedir ao Altíssimo para enfeitar a tua vida com os atributos que sempre procurei para você e que, Umbandista ou não, o mundo reconheça em você uma mulher honesta, virtuosa, justa, respeitável, oposto a todo gênero de opressão e com um profundo amor pela humanidade.

Autor desconhecido.

Axé!!
Orgulho de ser Umbandista!!

Axé!!!!

                                                                                                    

Momento de reflexão


Paciência é uma virtude de manter um controle emocional equilibrado, sem perder a calma, ao longo do tempo. Consiste basicamente de tolerância a erros ou fatos indesejados. 


É a capacidade de suportar incômodos e dificuldades de toda ordem, de qualquer hora ou em qualquer lugar. 
É a capacidade de persistir em uma atividade difícil, tendo ação tranqüila e acreditando que você irá conseguir o que quer, de ser perseverante, de esperar o momento certo para certas atitudes, de aguardar em paz a compreensão que ainda não se tenha obtido , capacidade de ouvir alguém, com calma, com atenção, sem ter pressa, capacidade de se libertar da ansiedade. 


A tolerância e a paciência são fontes de apoio seguro nos quais podemos confiar. Ser paciente é ser educado, ser humanizado e saber agir com calma e com tolerância. 
A paciência também é uma caridade quando praticada nos relacionamentos interpessoais.




                                                                                                                                           

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Eu sou UMBANDISTA

                            

Eu sou Umbandista ... Mas o que é isso? O que é ser Umbandista?
 É não ter vergonha de dizer: "Eu sou Umbandista". 
É não ter vergonha de ser identificado como Umbandista. 
É se dar, acima de tudo a um trabalho espiritual. 
É saber que um terreiro, um centro, uma casa de Umbanda é um local espiritual e não a Religião de Umbanda em seu todo, mas todos os terreiros, centros e casas de Umbanda, representam a Religião de Umbanda. 
É saber respeitar para ser respeitado, é saber amar para ser amado, é saber ouvir para ser escutado, é saber dar um pouco de si para receber um pouco de Deus dentro de si. 
É saber que a Umbanda não faz milagres, quem os faz é Deus e quem os recebe os mereceu. 
É saber que uma casa de Umbanda não vende nem dá salvação, mas oferece ajuda aos que querem encontrar um caminho. 
É ter respeito por sua casa, por seu sacerdote e pela Religião de Umbanda como um todo: irmandade. 
É saber conversar com seu sacerdote e retirar suas dúvidas. 
É saber que nem sempre estamos preparados ... que são necessários sacrifícios, tempo e dedicação para o sacerdócio. 
É entrar em um terreiro sem ter hora para sair ou sair do terreiro após o último consulente ser atendido. 
É, mesmo sem fumar e beber, dar liberdade aos meus guias para que eles utilizem esses materiais para ajudar ao próximo, confiando que me deixem sempre bem após as sessões. 
É me dar ao meu Orixá para que ele me possua com sua força e me deixe um pouco dessa força para que eu possa viver meu dia-a-dia, numa luta constante em benefício dos que precisam de auxílio espiritual. 
É sofrer por não negar o que sou Umbandista), e ser o que sou com dignidade, com amor e dedicação. 
É ser chamado de atrasado, de sujo, de ignorante, conservador, alienígina, louco ... e, ainda assim, amar minha religião e defendê-la com todo carinho e amor que ela merece.
 É ser ofendido física, espiritual e moralmente, mas, mesmo assim, continuar amando minha Umbanda.
 É ser chamado de adorador do Diabo, de Satanás, de servo dos Encostos, e, mesmo assim, levantar a cabeça, sorrir e seguir em frente com dignidade.
 É ser Umbandista e pedindo sempre a Zamby para que eu nunca esteja Umbandista.
 É acreditar, mesmo nos piores momentos, com a pior das doenças, estando um caco espiritual e material, que os Orixás e os guias, mesmo que não possam nos tirar dessas situações, estarão ali, ao nosso lado, momento a momento nos dando força e coragem; ser Umbandista é, acima de tudo, acreditar nos Orixás e nos guias, pois eles representam a essência e a pureza de Deus. 
É dizer sim, onde os outros dizem não! 
É saber respeitar o que o outro faz como Umbanda, mesmo que seja diferente da nossa, mas sabendo que existe um propósito no que ambos estão fazendo. 
É vestir o branco sem vaidade. 
É alguém que você nunca viu te agradecer porque um dos seus guias a ajudou, e não ter orgulho. 
É colocar suas guias e sentir o peso de uma responsabilidade, onde muitos possam ver ostentação. 
É chorar, sorrir, andar, respirar e viver dentro de uma religião sem querer nada em troca. 
É ter vergonha de pedir aos Orixás por você, mas não ter vergonha de pedir pelos outros. 
É não ter vergonha de levar uma oferenda em uma praia ou mata, nem ter vergonha de exercer a nossa religiosidade diante dos outros. 
É estar sempre pronto para servir a espiritualidade, seja no terreiro, seja numa encruza, seja na calunga, seja no cemitério, seja na macaia, seja nos caminhos ... seja em qualquer lugar onde nosso trabalho seja necessário. 
É se alegrar por saber que a Umbanda é uma religião maravilhosa, mas também sofrer porque os Umbandistas ainda são tão preconceituosos uns com os outros. 
É ficar incorporado 5, 6 horas em cada uma das giras, sentindo seu corpo moído e ao mesmo tempo sentir a satisfação e o bem estar por mais um dia de trabalho. 
É sentir a força do zoar dos atabaques, sua vibração, sua importância, sua ação, sua força dentro de uma gira e no trabalho espiritual. 
É arriar a oferenda para o Orixá e receber seu Axé. 
É ver um consulente entrar no terreiro chorando e vê-lo mais tarde sair do terreiro sorrindo. 
É ter esperança que um dia, nós Umbandistas, acharemos a receita do respeito mútuo. 
É ser Umbandista mesmo que outros digam que o que você faz, sua prática, sua fé, sua doutrina, seu acreditar, sua dedicação, seu suor, suas lágrimas e sacrifício, não sejam Umbanda. 
É saber que existe vaidade mesmo quando alguém diz que não têm vaidade: vaidade de não ter vaidade. 
É saber o que significa a Umbanda não para você, mas para todos. 
É saber que as palavras somente não bastam. Deve haver atitude junto com as palavras: falar e fazer, pensar e ser, ser e nunca estar... 
É saber que a Umbanda não vê cor, não vê raça, não vê status social, não vê poder econômico, não vê credo. Só vê ajuda, caridade, luta, justiça, cura, lágrimas, aflição, alívio, raiva, amor, mau e bom, mal e bem ... os problemas, as necessidades e a ajuda para solucionar os problemas de quem a procura. 
É saber que a Umbanda é livre; não tem dono, não tem Papa, mas está aí para ajudar e servir a todos que a procuram. 
É saber que você não escolheu a Umbanda, mas que a Umbanda escolheu você. 
É amar com todas as forças essa Religião maravilhosa chamada Umbanda.

                                             

quinta-feira, 9 de junho de 2011

UMBANDA

História da Umbanda

Foi então que em fins de 1908, uma família tradicional de Neves, Niterói – RJ, foi surpreendida por uma ocorrência que tomou aspectos sobrenaturais: o jovem Zélio Fernandino de Moraes, acometido de estranha paralisia, que os médicos não conseguiam debelar, certo dia ergueu-se do leito e declarou: ”amanhã estarei curado“.

No dia seguinte, levantou-se normalmente e começou a andar, como se nada lhe houvesse tolhido os movimentos. Contava 17 anos de idade e preparava-se para ingressar na carreira militar da Marinha.

A medicina não soube explicar o que acontecera.

Os tios, sacerdotes católicos, colhidos de surpresa, nada esclareceram. Um amigo da família sugeriu então uma visita à Federação Espírita de Niterói, presidida na época por José de Souza. O jovem Zélio foi convidado a participar da sessão, tomando um lugar à mesa. Tomado por uma força estranha e superior à sua vontade, e contrariando às normas que impediam o afastamento de qualquer dos componentes da mesa, o jovem levantou-se, dizendo: ”aqui está faltando uma flor“, e saiu da sala indo ao jardim, voltando logo após com uma flor, que depositou no centro da mesa.

Esta atitude insólita causou quase que um tumulto. Restabelecidos os trabalhos, manifestaram-se nos médiuns Kardecistas espíritos que se diziam pretos escravos e índios. Foram convidados a se retirarem, advertidos de seu estado e atraso espiritual.

Novamente uma força estranha dominou o jovem Zélio e ele falou, sem saber o que dizia. Ouvia apenas a sua própria voz perguntar o motivo que levava os dirigentes dos trabalhos a não aceitarem a comunicação daqueles espíritos e do porquê em serem considerados atrasados apenas por encarnações passadas que revelavam. Seguiu-se um diálogo acalorado, e os responsáveis pela sessão procuravam doutrinar e afastar o espírito desconhecido, que desenvolvia uma argumentação segura. Um médium vidente perguntou:

"Por que o irmão fala nestes termos, pretendendo que a direção aceite a manifestação de espíritos que, pelo grau de cultura que tiveram, quando encarnados, são claramente atrasados? Por quê fala deste modo, se estou vendo que me dirijo neste momento a um jesuíta e a sua veste branca reflete uma aura de luz? E qual o seu nome irmão?

O espírito desconhecido falou: ”Se julgam atrasados os espíritos de pretos e índios, devo dizer que amanhã (15 de novembro) estarei na casa de meu aparelho, para dar início a um culto em que estes irmãos poderão dar suas mensagens e, assim, cumprir a missão que o Plano Espiritual lhes confiou. Será uma religião que falará aos humildes, simbolizando a igualdade que deve existir entre todos os irmãos, encarnados e desencarnados. E se querem saber meu nome, que seja este: Caboclo das Sete Encruzilhadas, porque para mim não haverá caminhos fechados. O vidente retrucou: ”Julga o irmão que alguém irá assistir a seu culto? Perguntou com ironia. E o espírito já identificado disse: ”cada colina de Niterói atuará como porta-voz, anunciando o culto que amanhã iniciarei“.

No dia seguinte, na casa da família Moraes, na Rua Floriano Peixoto, número 30, ao se aproximar à hora marcada, 20:00 horas, lá já estavam reunidos os membros da Federação Espírita para comprovarem a veracidade do que fora declarado na véspera; estavam os parentes mais próximos, amigos, vizinhos e, do lado de fora, uma multidão de desconhecidos.

Às 20 horas, manifestou-se o Caboclo das Sete Encruzilhadas. Declarou que naquele momento se iniciava um novo culto, em que os espíritos de velhos africanos que haviam servido como escravos e que, desencarnados, não encontravam campo de atuação nos remanescentes das seitas negras, já deturpadas e dirigidas em sua totalidade para os trabalhos de feitiçaria; e os índios nativos de nossa terra, poderiam trabalhar em benefício de seus irmãos encarnados, qualquer que fosse a cor, a raça, o credo e a condição social. A prática da caridade, no sentido do amor fraterno, seria a característica principal deste culto, que teria por base o Evangelho de Jesus.

O Caboclo estabeleceu as normas em que se processaria o culto. Sessões, assim seriam chamados os períodos de trabalho espiritual, diárias, das 20:00 horas às 22:00 horas; os participantes estariam uniformizados de branco e o atendimento seria gratuito. Deu, também, o nome do Movimento Religioso que se iniciava: UMBANDA – Manifestação do Espírito para a Caridade.




ORAÇÃO PARA NANÃ
 (Acenda uma vela da cor lilás antes de fazer essa oração)
 
À minha mãe Nanã, eu peço a benção e proteção para todos os passos de minha vida.
À minha mãe Nanã, eu peço que abençoe o meu coração, minha cabeça, meu espírito e corpo.
Que aos poderes dados somente à Senhora das Senhoras,
sejam caridosos e benevolentes,
 e me escondam de meus inimigos ocultos e poderosos.
Minha querida Mãe e Senhora, tenha piedade de meu coração. para merecer a sua proteção e caridade.
À minha mãe Nanã, eu lhe devoto minha fé e minhas palavras.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Momento de reflexão

Curta e Sábia

Uma noite, um velho índio falou ao seu neto sobre o combate que acontece dentro das pessoas.

Ele disse: - Há uma batalha entre dois lobos que vivem dentro de todos nós.

Um é Mau - É a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, orgulho falso, superioridade e ego.

O outro é Bom - É alegria, fraternidade, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé.

O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô: - Qual lobo vence?

O velho índio respondeu:

- "Aquele que você alimenta! "


                                                                                                       
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